Segunda-feira, 11.08.08

No passado dia 3 de Agosto, o Chamar a Música teve uma edição especial dedicada ao Verão, cujos participantes foram pessoas conhecidas do grande público: Joaquim Monchique, Ana Bola, Maria Rueff, Maria João Abreu, Nuno Markl e Joaquim Bastinhas. O prémio final reverteu a favor de uma instituição de solidariedade.

 

Deixo-vos o video para verem ou reverem as músicas interpretadas pelo Ricardo.

 

 

 

 

 


Audiências de Chamar a Música revelam que o programa é uma aposta ganha da SIC

 

Chamar a Música continua a animar as noites de domingo da SIC. Herman José é o apresentador deste concurso, onde para concorrer apenas é preciso gostar de música e saber de cor as letras dos grandes êxitos nacionais e internacionais. Conta ainda com a participação de Ricardo Soler, Inês Santos e Pedro Mimoso como cantores residentes, parte do sucesso do programa, e que emprestam as suas vozes magníficas às músicas a completar pelos concorrentes.

 
 

Nas dez emissões transmitidas até 3 de Agosto, a audiência média situa-se nos 10.5% (994.400 espectadores) e 29.4% de share. No passado Domingo, 3 de Agosto, foi transmitido um especial de Verão do programa onde os concorrentes foram figuras públicas e o dinheiro ganho reverteu para a instituição SOL. A emissão registou 8.9% de audiência média e 27.5% de share. Ontem, os níveis de audiência voltam a surpreender, alcançando o 2º lugar no Top dos programas mais vistos com 11,5 % de audiência e 35,5% de share.

 

 

 

A não perder, aos Domingos à noite, na SIC!

 

 editado de Marktest.com

 



publicado por Administração às 03:35 | link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

Quarta-feira, 20.02.08

 

 

 

ENTREVISTA

 

Olá Renato, bem-vindo de volta ao mundo dos festivais. Sente-se bem de volta no Festival da Canção (FC)?
Sinto, caso contrario não tinha aceite o convite

 

O convite da RTP surpreendeu-o desta vez?
Mais do que a surpresa, é sempre uma honra

Já digeriu aquele segundo lugar polémico do tema que produziu para a Vânia Oliveira?
Não houve nada para digerir, houve que aceitar a decisão com a consciência que fiz o meu trabalho o melhor que consegui.


Acha que esse “Sei quem sou (Portugal)” podia ter ido longe no ESC?
Acho, se não achasse não tinha concorrido com essa canção.


Há 2 anos produziu “Sei quem sou (Portugal)” e “Um dia direi” – uma balada no masculino de que eu, pessoalmente, gostei muito. Este ano o que é que nos traz musicalmente? Que ambiente instrumental iremos ouvir?
É nitidamente uma canção pop.


Nuno Markl – autor da letra – referiu-se a este tema como sendo “afunkalhado”. Agrada-lhe a descrição?
Porque não, chamem-lhe então um pop afunkalhado.


Sigamos com a letra, como é que surgiu a ideia de convidar para autor da letra Nuno Markl – “arqui-inimigo” de Celine Dion e conhecido pelo seu humor irreverente?
É um criativo que respeito, admiro muito o seu trabalho. Cruzámo-nos nos últimos meses em trabalho e a ideia de lhe lançar o desafio surgiu.


O autor já confessou que o texto aborda o impacto da música nas nossas vidas. Pode explorar um pouco mais o sentido das palavras do Nuno?
Há alturas da nossa vida, em que qualquer musica que ouvimos encaixa no que estamos a viver naquele momento. É  uma canção a ganhar vida própria, para alem dos autores e interpretes, a canção passa a ser de quem a ouve e é aquilo que as pessoas quiserem.  


Agora quanto ao intérprete. A sua passagem pelo FC2006 é incontornável. Nunca lhe passou pela cabeça recuperar Vânia Oliveira para a edição 2008 do FC?
Naturalmente que passou, mas a minha primeira escolha foi o Ricardo.


O Ricardo foi finalista da OT3, era um dos alunos mais elogiados pelo corpo docente, júri e público em geral. A escolha deste intérprete teve em conta a imensa popularidade actual do ex-aluno?
Não, teve em conta somente o seu talento. O Ricardo é um excelente cantor, e mais, é um intérprete com grande originalidade, em todos os temas que interpreta deixa a sua marca.


É pacífico que o Ricardo tem uma capacidade vocal pouco comum. A forma como concebeu este tema explora ao limite as potencialidades vocais do Ricardo ou a interpretação dele é contida?
A interpretação do Ricardo serve na perfeição a canção, por outro lado, a canção foi escrita para ele a interpretar.


Acha que este FC pode saber a desforra entre ele e a vencedora da OT3, concorrente produzida pelo Carlos Coelho?
Na música não há desforras, há a celebração de fazer e partilhar musica.


“Sei quem sou (Portugal)” teve uma encenação pouco comum nos palcos do festival entre portas, “Um dia direi”  exigia sobriedade e foi isso que vimos na antiga FIL. Como é que pensa apresentar “Canção Pop” em palco? Quem vai acompanhar o Ricardo nesta aventura? Como será a coreografia?
Ainda não decidimos pormenores.

 

Tem seguido minimamente o ESC nos últimos anos? Há algum tema que gostasse de ter sido o Renato a produzir?
Confesso que não me lembro de nenhuma assim de repente.


Provavelmente vai me responder que não é esse o ambiente entre os produtores e que não é esse o espírito do festival – eu concordo – mas, se ganhar dia 9 vai dar-lhe um especial prazer cumprimentar o Elvis?
Dá-me sempre prazer cumprimentar o Elvis, nós somos amigos.


O sistema de televoto parece-lhe a melhor forma de seleccionar o representante de Portugal além fronteiras? Deixa-o mais descansado não haver nenhum júri a desempatar?
O que me deixa descansado é chegar ao final e ter conseguido contribuir para que a carreira do Ricardo dê mais um passo de forma coerente, alicerçada e honesta.

 

in http://escportugal.pt.vc



publicado por Administração às 00:05 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Terça-feira, 19.02.08

 

 

 

Eis o estúdio MDL, do Renato Jr. E ali dentro da cabine, o Ricardo Soler, o finalista da Operação Triunfo capaz de transformar em sons maviosos qualquer coisa que cante.

 

[...]

Assim, e em sessões de trabalho algures entre o telefone e o Messenger, cozemos uma letra na qual já operámos várias mutações, sendo que hoje chegámos, orgulhosamente à versão a que chamamos definitiva e que pudemos ouvir o Ricardo cantar, enquanto o Renato ia explicando o que vai acrescentar mais de coros e instrumentos. E está possante, sim senhor. Não é uma canção alternativa e a letra não é de comédia (isto para não ficarem a pensar que me pus a invadir à bruta, com as minhas idiossincrasias, o universo da música comercial), mas acho que está lá o meu tributo emocionado à canção pop de três minutos - e sim, dura, de facto, três minutos! - e posso dizer que eu e a Maria fizemos um trabalho digno para a excelente malha pop que o Renato Jr. criou e também para a voz explosiva do Ricardo que, uma vez mais, garanto-o, vai deixar as pessoas boquiabertas.

É todo um universo novo onde a pata 44 Markliana ainda não tinha entrado, e o mais provável é que, tão de fininho como entrou, a pata 44 se venha a retirar, já que as letras de canções são para quem faz disto vida e não para curiosos da engenharia da canção pop como eu. Mas já que depositaram confiança em mim, aceitei o repto. E fiz bem em chamar a Maria para pegar nas minhas ideias e ajudar-me a criar qualquer coisa de interessante.

Uma coisa é certa: o diacho da cantiga fica no ouvido.

 

 

in http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/



publicado por Administração às 23:25 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Sábado, 16.02.08

 

«Quanto ao rumor que por aí anda sobre a escrita de uma letra para uma das cantigas concorrentes ao Festival da Canção, eis a história verdadeira: o compositor e produtor Renato Júnior desafiou-me para escrever uma letra para ser interpretada pelo Ricardo Soler, finalista da Operação Triunfo e senhor de capacidades vocais raiando o sobrenatural, numa das canções do festival. Ora, as letras que até agora escrevi na minha vida foram para efeitos de comédia (boa parte delas pode ser confirmada nos episódios de Paraíso Filmes), mas num ano de primeiras experiências (como dançar o tango em frente a muitas pessoas ou correr todo nu no meu quintal envergando nada mais do que um barrete de campino), achei que devia pôr a render o meu vastíssimo conhecimento de canções pop e tentar escrever a letra para uma. Qual o assunto? Precisamente: as canções pop. A maneira como, em três minutos, conseguem encerrar o sentido da nossa existência, sobretudo em dadas alturas da vida, quando todas as canções que se ouvem - na rádio, na televisão, nos altifalantes do supermercado - parecem ser uma banda sonora para aquilo por que estamos a passar.

O meu universo musical não podia estar mais afastado do universo do Festival da Canção, mas há qualquer coisa de sedutor (e não, não é o dinheiro) em criar uma letra para um certame por onde já passaram hitshistóricos do calibre de Tourada, Play Back, E Depois do Adeus, Bem Bomou, sim, Conquistador. Agradou-me também a ideia de escrever qualquer coisa para uma melodia extremamente afunkalhada do Renato e para a potência vocal do Ricardo. Fui eu que, numa das edições da Operação Triunfo, disse que ele era capaz de dar dignidade à lista telefónica de Lisboa-Cidade se a desatasse a cantar, e esse pensamento tranquilizava a minha insegurança perante a eventualidade da minha letra ser muito, muito má.

Perante o convite, convoquei a minha amiga, letrista com alguma experiência, Maria de Vasconcelos, para me ajudar a encaixar na canção todas as ideias que eu tinha sobre o efeito das canções pop na vida de uma pessoa. Estivemos os dois umas boas tardes em brainstorm via Messenger (nada pára a modernidade, de facto) e criámos algo que tive o prazer de ouvir ontem - em mp3 - já cantado pelo Ricardo. E o Ricardo, como seria de esperar, dá um show (mesmo em maquete) que anda ali por territórios algures entre Maroon 5 e Stevie Wonder.»

 

in http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/

 




publicado por Administração às 16:58 | link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

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